Foto: Reprodução
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Duas ou três semanas atrás, a turma de jornalismo do meu filho, Rodolfo Stipp Martino, completou 25 anos de formada…
Dei boas risadas ao comentar com ele:
“Parece que foi ontem”.
Houve encontro festivo e tal e cousa e maripousa.
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Não preciso dizer, mas digo…
Que o riso frouxo e um tanto destemperado foi, na verdade, disfarce para o espanto que sempre me causa o inarredável andar dessa carruagem chamada Tempo & Destino.
Vou parafrasear o inesquecível Mario Quintana para lhes dizer que foi assim algo como abrir o meu “Baú de Espantos”.
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Calma que eu explico.
Por essa época em 2022, eu e os meus contemporâneos da turma da Escola de Comunicação & Artes também nos reunimos para festejar os 50 anos de nossa entrada na USP.
Teve um encontro também. Recordações, discursos e comes-e-bebes.
Foi bonito – e algo emocionante.
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No final deste ano, vamos bater os 50 anos de formados também.
Desconfio que não haverá celebração.
Explico.
Não tenho clareza se todos nos formamos em dezembro de 1976. Muitos ficaram mais um tempinho por ali por conta das greves que ocorreram por motivos generalizados (ora por questões curriculares, ora por ferrenha oposição aos ditadores de plantão) e também, e principalmente, pelos dias de luto em memória do professor Vladimir Herzog, assassinado nos porões do DOI/CODI em São Paulo, em outubro de 1975.
Houve quem, como eu, esticou a jornada por conta de uma ou outra DP.
Talvez porque fosse concernente ao contexto pesadão dos anos 70, não houve pompas e circunstâncias em nossa conclusão do curso.
A colação de grau foi na Secretaria da Faculdade – e olhe lá.
Assim é que era – e assim foi.
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Boas lembranças, boas lembranças, mas voltemos aos protagonistas do post/crônica de hoje: os formandos de jornalismo – turma 2001 da Universidade Metodista de São Paulo.
Quero saudá-los no Blog e na vida. Hoje e sempre.
Felicitar a todos.
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Se eu os conheço?
Ora, meus caros, raros e preclaros leitores, digamos que foi a turma de minha estreia oficial na vida acadêmica.
O repórter que se fez professor.
Pois então…
Fui professor do meu filho – um dos mais tocantes privilégios que tive na vida – e dos seus colegas de classe.
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Amorosa coincidência.
Eu e ele, cada qual à sua maneira, debutávamos no campus Rudge Ramos.
Ele, como aplicado aluno do curso de Jornalismo.
E eu, por obra, graça e oportuno convite dos professores Katy Nassar e Sérgio Rizzo, o repórter que se fez professor da disciplina de Linguagem Jornalística na mesma instituição.
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Não sei se aprenderam algo em minhas aulas práticas.
Sei que aprendi muito com eles.
Diria que foi o mergulhar num novo mundo, um rejuvenescimento. Aquela moçada de olhos vivos e esperançosos resgatou ali alguns dos meus trôpegos sonhos que haviam ficado pelo caminho. (O dia a dia de uma Redação, muitas vezes, era – não sei se ainda é – exasperante. Um corre sem fim. Por tudo e por nada. Diria que mais se trabalha com tristezas e decepções do que propriamente conquistas e, vá lá, alegrias.)
Foi mesmo um convite para nascer de novo.
Abraçaço a todos…
(Aos meus contemporâneos da USP e à moçada da Metodista.)
Sigamos!
O passo faz o caminho.
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TRILHA SONORA
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Amândio Martins
2, setembro, 2026Que lindo relato. Passou um filme na minha TV Full HD Hiper Mais Top que contou o encontro de 40 anos formados de Engenharia na FAAP. Eu e mais dois amigos organizamos. Deu trabalho, mas gratificante. Localizamos 252 alunos, destes, 222 foram ao mais longo almoço da minha vida. Durou das 12:30 às 20:00 em um buffet. No final fomos convidados a nos retirar…rsrs
De tudo, fiquei abismado com o Rodolfinho na foto, que, diria, carreguei no colo…
Putz!
Estou idoso. Hoje completo 67!!!!
Saudações aos jovens da foto. Que outros reencontros hajam mais. Viver a vida e a juventude que permanece em em repouso nos corações de cada um dos estudantes…
Viva!