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O relógio quebrado

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Foto Arquivo Pessoal

“Vivemos em um mundo louco”.

Leio nos portais a fala do presidente Donald Trump após a ameaça de atentado que ocorreu, dias atrás, durante jantar protocolar com correspondentes internacionais nos Estados Unidos.

As cenas do ‘corre’ no melhor estilo dos trailers de ação circularam na internet. Os agentes de segurança retiram Trump e comitiva do salão, os jornalistas se escondem debaixo das mesas e o agressor acabou desarmado e preso.

Em carta deixada à família, soube-se que o homem se autointitulara de “Assassino Federal Amigável”, seja lá o que isso quer dizer.

Na coletiva, horas depois do fuzuê, um aparentemente tranquilo Donald Trump classificou o tipo como “uma pessoa doente” – e proferiu a frase que, no atacado e no varejo, me faz concordar com ele:

“Vivemos em um mundo louco.”

Meus caros, raros e preclaros,

… difícil imaginar, mas é este – e não outro – o paradoxal momento da História.

Quem diria?

Eu e o Dito-Cujo presidente a fazermos coro com aquele cantor/compositor, o Sílvio Brito.

Quem se lembra?

Usava óculos de aros redondos, à la John Lenon, e fazia uns versos divertidos e estranhos, tipo:

“Tá todo mundo louco, oba!”

“Pare o mundo que eu quero descer”.

Quem se lembra?

Perdi o rapaz (hoje um senhor, creio) de vista.

Mas, mesmo não sendo exatamente um fã da sua obra, ainda hoje é comum que, em determinadas situações, cada vez mais frequentes, diga-se, eu sapeque como solução ou fim de papo o tal refrão:

“Tá todo mundo louco, oba!”

No mais, nada a acrescentar.

Lembrar apenas aquele dito popular antigo:

“Até um relógio quebrado está certo duas vezes ao dia”.

TRILHA SONORA

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