Juro que não gostaria de, logo no início do ano, colocar minha colher de pau nesse vespeiro dos tristes dias que ora vivemos. Parece que 2016, este, sim, é o ano que insiste em não terminar.
Chuva de prata
“São São Paulo, quanto dor…
São São Paulo, meu amor…”
(Tomzé)
…
Pois então, minha querida cidade, quer saber qual a minha mais tenra – e emblemática – recordação de amor a você?
Ventos e palavras
Porque (me parece) o novo ano ainda não chegou – e tarda a chegar? Trago-lhes então a poesia do notável Manoel de Barros (1916/2014), com pensamentos retirados do seu “O Livro das Ignorãças”,
Pra começar…
“As coisas que não existem são mais bonitas. ”
(Felisdônio)
II.
“Estranho, sim. As pessoas ficam desconfiadas, ambíguas diante dos apaixonados. Aproximam-se deles, dizem coisas amáveis,
Feliz Natal
Naqueles dias saiu um decreto da parte de Cesar Augusto, para que todo mundo fosse recenseado.
Este primeiro recenseamento foi feito quando Cirino era governador da Síria.
E todos iam alistar-se,
Reflexões a partir do livro da Camila
Foi no início do século XIX, que os primeiros grupos de imigrantes italianos começaram a se instalar no Rio de Janeiro, formando o que pode ser considerado o primeiro núcleo de italianos no Brasil,
Em homenagem ao Jô
Ziraldo foi o convidado especial de Jô Soares para o programa de ontem – o último da última temporada que o humorista, ator, apresentador, jornalista, escritor, roteirista, diretor de teatro, músico e artista plástico realiza na TV Globo.
Cicatrizes paulistanas
Jornalismo é reportagem.
Apurar, apurar, apurar. Regra básica para todo e qualquer repórter que se pretende honesto com a profissão e com o público leitor – seu único e verdadeiro patrão.
O Amigo do Povo
Raramente nos damos conta quando a História (assim mesmo com agá maiúsculo) se revela aos nossos olhos.
Distraído e aparvalhado do jeito que sou, imagino agora, ao receber a notícia da morte do arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns,
O delegado do terno roxo
Sol a pino.Primeira saída de um delegado novato. Direto para Heliópolis.
– Doutor, não faz isso, não.
– Isso o quê?
– Deixa que a gente vai.
