A revista Negócios da Comunicação está desenvolvendo uma reportagem a respeito do chamado jornalismo autoral – e me encaminha uma série de questões para, via email, saber o que penso sobre o tema.
Dia Nacional do Samba
Aproveito o 2 de dezembro, consagrado como o Dia Nacional do Samba, para adaptar ao nosso humilde Blog trecho do depoimento do coreógrafo e bailarino Carlinhos do Salgueiro para o documentário “Ziriguidum: Do Morro ao Rio,
Fala Joaquim!
Deu na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de hoje:
“Para o ex-ministro (do STF, Joaquim Barbosa), o impeachment foi uma encenação que fez o país retroceder um ‘passado no qual éramos considerados uma República das Bananas’.
Dezembro vem aí…
“São demais os perigos desta vida”.
O Poetinha nos alertou, lá nos antigamente, em um de seus mais bonitos versos.
Mas, este 2016 não precisava exagerar.
Não está sendo nada fácil levar esse lastro de tristezas e decepções que veio a reboque com o suceder dos dias e das noites.
Planeta Bola está de luto
Tchinim sempre foi um garoto esperto, como dizia o Cido, um carioca que morava nas quebradas da rua Mazzini, lá no Cambuci. Só porque o menino adorava acompanhar o pai nas noites de domingo no Bar Astória,
Alviverde imponente
“Quando surge o alviverde imponente…”
Sorry, periferia.
Vocês já perceberam qual o assunto de hoje.
O amor é verde, meus caros!
Branca é a paixão.
Reflexões sem dor
Do livro Reflexões Sem Dor, de Millôr Ferandes (1923/1912):
“Pensar – eis um verbo reflexivo”.
“Vou já passando do meio da vida e de repente descubro, assustado,
Sem Fidel. E agora?
Rabisco o óbvio no bloco de anotações.
Acabo de receber a notícia – e não me surpreendo. Mesmo assim não consigo pensar em nada além do óbvio na vã tentativa de achar um caminho para a crônica de hoje:
“Morre o último revolucionário”.
Notícias do Escova
A última notícia que tenho do amigo Escova é que o tal anda pelo Chile – e promete ir para o Uruguai em breve.
– Quem sabe eu não encontro o Belchior?
Trajano na Carta Capital
Já disse aqui, em posts anteriores, que sem o jornalista José Trajano a ESPN perdeu muito da própria identidade como emissora de esportes.
Mesmo que apenas em suas imprevisíveis participações no Linha de Passe,
