O meu amigo Poeta está insuportável.
Não, não escreveu poema novo, não lançou livro novo, também não lhe apareceu qualquer musa inspiradora.
O cara é corintiano.
Fica boa parte do tempo enrustido,
Jornalista
Jornalista
O meu amigo Poeta está insuportável.
Não, não escreveu poema novo, não lançou livro novo, também não lhe apareceu qualquer musa inspiradora.
O cara é corintiano.
Fica boa parte do tempo enrustido,
Lá pelos anos 80, quando o País resgatou a esperança e vivia a redemocratização, eu acompanhava, passo a passo, o noticiário político e ficava interessadíssimo pelos resultados das primeiras pesquisas eleitorais que eram divulgados,
Vejo no Jornal da Globo de ontem, apresentado pela estreante Renata Lo Prete, uma reportagem sobre o desinteresse dos jovens japoneses sobre a necessidade de ser “um feliz proprietário de um automóvel”.
Fica para amanhã o que hoje deveria ser dito.
Não é por nada, não.
É mero expediente do blogueiro para antecipar, em horinhas, o feriado prolongado que se aproxima.
Porque é 28 de outubro, Dia de São Judas Tadeu, o santo das causas desesperadas…
Porque me é inevitável lembrar essas cenas sempre que alguém me lembra a data…
(Continuando a conversa de ontem…)
Estou para lhes dizer, amigos leitores, que quem ouviu as explicações do pai para amainar a decepção do garoto também se entristeceu em solidariedade ao justo desejo de João Pedro,
Ao meu lado, encostado à parede externa da sede da Associação dos Pescadores e Barqueiros, o garoto João Pedro está desolado. Tem lá seus oito, nove anos e, acreditem, está ali com o mesmo propósito que eu e outros marmanjos.
O jornalista não deve temer chegar ao fundo do poço na busca dos fatos, da verdade. É preciso encarar todos os sacrifícios que esta verdade impõe. Não é muito fácil.
Mas,
Retomo o papo de hoje por onde ontem terminei.
(Se me permitirem, é claro – e derem a honra da companhia até o fim dessas mal traçadas.)
Pelé,
O pai dizia que Mazzola (o nosso José Altafini) era o melhor de todos. Mas, tinha lá suas dúvidas. Um amigo italiano do Velho Aldo (que ainda era jovem naquele tempo) defendia que o bom mesmo era o Valentino Mazzola,