IV.
Imaginação? Como assim? – perguntei ao Escova.
— Simples, meu caro, enquanto a música tocava, eu ficava criando historinhas.
Não entendi, Escova.
—
Jornalista
Jornalista
IV.
Imaginação? Como assim? – perguntei ao Escova.
— Simples, meu caro, enquanto a música tocava, eu ficava criando historinhas.
Não entendi, Escova.
—
Por falar em Escova…
Assim que o amigo soube de minha estada na Alemanha não se conteve. Veio me perguntar, cheio das intimidades, o que achei “da capital de todos os tedescos”.
Não, meus caros…
… não sei o que lhes dizer sobre os amores e os rumores dos dias atuais.
São complexos demais para um cara da antiga,
Gilberto, um cinquentão aprumado, chegou em casa feliz da vida.
Foi direto ao quarto da filha Belinha, a adorada e idolatrada princesinha do lar doce lar.
Queria lhe fazer uma surpresa.
Canarinho, o humorista de A Praça é Nossa que morreu ontem, aos 86 anos, era uma referência de criança para mim. Uma referência de alegria, uma referência com as primeiras sensações de vida e encanto que me chegaram por meio do rádio e da TV.
Ao imortalizar o gesto de erguer a Taça Jules Rimet , em 1958, o grande capitão Hideraldo Luiz Bellini levou o jornalista Armando Nogueira, presente na Suécia para a cobertura do Mundial,
Prometo voltar a Berlim em cinco ou dez anos. Se tudo estiver nos conformes, a saúde permitir e o bolso deixar.
Explico essa quase promessa.
Passei lá os últimos dias – e achei a cidade encantadora pela diversidade de atrações que junta o ontem,
A história do ‘novo amigo’ é simples, e bonita. Só poderia mesmo ter acontecido em Berlim.
Ele conheceu Julien quando ambos ainda tinham 18 anos. Trabalhavam na mesma loja de sapato situada nas imediações da área central.
Sou um cara humilde do Cambuci, bem sabem os meus raríssimos leitores.
Gosto de viajar, mas na minha.
Dou uns perdidos daqui pra lá, de lá pra cá.
Vesti minha camisa amarela (réplica da que o Palmeiras usou quando representou o Brasil em 1965, na inauguração do Mineirão) e saí por aí…
Não, não sou tão malaco assim.