Juli,
Estou desolado.
Desde sexta, antes da balada, que não recebo qualquer recado seu. Seja no whatsapp, seja no face, seja no instagram, seja no twitter…
Isso me preocupa.
Jornalista
Jornalista
Juli,
Estou desolado.
Desde sexta, antes da balada, que não recebo qualquer recado seu. Seja no whatsapp, seja no face, seja no instagram, seja no twitter…
Isso me preocupa.
“… e aplicava-se a Maria Curativa
para todas as dores
– menos para as dores de amores
que já eram as mesmas desde sempre!”
*Mario Quintana no poema ‘Tão simplesmente’.
O que dizer do esportista Mário Travaglini que faleceu ontem em são Paulo, aos 81 anos?
Que foi campeão pelo Vasco, pelo Palmeiras, pelo Fluminense, pelo Corinthians.
Que foi o técnico da Democracia Corintiana.
— Pois fique.
Ela falou sem medir o quê acabara de dizer.
Désirée conhecera a pouco o tal paulistano que estava há três ou quatro dias em Salvador.
Caros,
Momentos de rara emoção vivemos ontem – professores, formandos, familiares e convidados – durante a cerimônia de colação de grau da turma de jornalismo “Prof. Fernando José Mendes Vilar da Costa”,
Na esteira do comentário de ontem, aproveito para lembrar as epígrafes que usei vida afora.
Fiz minha dissertação de mestrado sobre as estratégias comunicacionais que levaram o Museu do Ipiranga a ser o segundo mais visitado de todo o País,
Escrevi no texto de ontem que parafraseei Quintana ao final da formatura de texto ao dizer:
“O jornalismo não muda o mundo.
O jornalismo muda as pessoas.
As pessoas mudam o mundo.”
Meu amigo Poeta,
Caros,
Foi com muita honra que, na noite de sexta-feira, participei da solenidade de colação de grau dos formandos em Jornalismo, turma Prof. José Salvador Faro, no salão nobre da Universidade Metodista de São Paulo.
Vou no embalo da minha conversa de hoje pela manhã com os alunos do pós de jornalismo esportivo na Faap.
Falamos sobre os prós e os contras da realização da Copa do Mundo no Brasil e o desafio de uma cobertura jornalística que vá além do que acontece dentro das quatro linhas das novas arenas.
O amigo Nicola, um dos meus amáveis cinco ou seis leitores e, vez outra personagem das tramas deste blog, me alerta para um ‘buraco’ que ficou na crônica de ontem.
Ele quer saber sobre o final da história do amor secreto do Escova.