Da série “Boas Novas”…
Repasso aos meus cinco ou seis amáveis leitores o convite que recebi dos autores – Beatriz Farrugia, Diego Salgado, Gustavo Zucchi e Murilo Ximenes para o lançamento oficial do livro “1950 –
Jornalista
Jornalista
Da série “Boas Novas”…
Repasso aos meus cinco ou seis amáveis leitores o convite que recebi dos autores – Beatriz Farrugia, Diego Salgado, Gustavo Zucchi e Murilo Ximenes para o lançamento oficial do livro “1950 –
Desconfio que fora o acaso (ou o destino) que os juntou ali, naquele provinciano banco de praça em um parque qualquer da cidade.
Vamos identificá-los para facilitar a narrativa da história: o Mago e a Moça.
Olá…
Bom ano a todos.
Vamos retomar a lida do blogar diário.
Quase sempre voltar a rotina, após as férias, é como caminhar nessas escadas em forma de caracol – subir ou descer,
Programa voltado para a vida dos professores, suas histórias fora da sala de aula, além de sua playslit comentada.
Nessa edição, o professor e coordenador do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo,
O blogueiro promete encerrar o ano sem os tais e famosos balanços, listas e retrospectivas, próprios desta época do ano.
Faz, no entanto, a ressalva.
Registra aqui bate-papo de hora e tanto com a jornalista e professora Eloíza de Oliveira para o programa Extraclasse,
“Os extremos nos afastam do caminho”.
É sempre louvável quando a juventude sai às ruas para a construção de um novo País, mais justo, mais solidário, democrático, livre. Um País verdadeiramente de todos os brasileiros.
Entendam que os tempos eram outros.
Os jovens, também.
Roberto era o Rei.
Erasmo, o Tremendão.
Wanderléa, a Ternurinha.
Mas, a corte se multiplicava em outros tantos personagens.
Vou lhes contar uma historinha triste, mas que tem lá certo mistério insondável.
Lembrei-me dela nesta manhã porque é o meu primeiro dia de férias (merecidas, diga-se) e estava a remexer alguns guardados e acabei por encontrar um exemplar do livro Pequeno Príncipe,
“O jargão no futebol de que o jogador morre duas vezes (a primeira, quando para de jogar) não cabe a Edu (Gaspar). A transição natura para uma vida de gerente e empresário já o animava n a época em que dava seus últimos chutes no gramado e,
“Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca.
Construímos nossa maloca”
“Saudosa Maloca” não é somente obra da criatividade sensível daquele que é considerado o poeta da cidade.