Foto: Jô Rabelo
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Inspiro-me na Luz do Luar que se revela entre as nuvens e a densa escuridão da noite que acalenta o Mar e se perdeu num tempo qualquer. Inspiro-me, pois, no momento captado pelas lentes sensíveis da amiga Jô Rabelo e batuco no teclado do celular o post/crônica que encerra a temporada de 2025.
Verdade verdadeira, amigos: o que temos, amigos, são os momentos e o Mistério.
Mistério que admiro na bela imagem e no entreato de 2025 e 2026.
Não tentarei, nem saberei descrevê-los, menos ainda desvendá-los.
Deixo ao livre olhar e à vivência de cada um para assim fazê-lo ou minimamente apreciá-lo e/ou rememorar o passo e o caminho.
A mim, queridos; cabem, se tanto, as palavras que ora se seguem.
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Boas festas.
Dez letras e o ponto (que não é o final porque imagino ainda tenho algumas coisinhas a lhes dizer, meus raros e amáveis leitores).
São a síntese de tudo o que gostaria de lhes dizer nessa reta de chegada deste matreiro 2025.
Um ano repleto de idas e vindas, de sins e de nãos. De angústias e sonhos.
Ah, sim, claro, fraternalmente quero estender esses votos à Humanidade de forma irrestrita, pois afirmam os textos litúrgicos: somos todos irmãos na Graça e Luz do Senhor que se fez Humano para a rendição dos nossos pecados.
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Ops.
Não posso esquecer o indispensável “Feliz Natal”.
Incluo as aspas para lhe dar contornos de enfeites da época.
Dez letras e outro ponto (que ainda não é definitivo, pois, embora pleno de simbolismo, não lhe dão ares de esperança e fé no amanhã, nos dias que estão por vir e almejamos, todos, sejam melhores e socialmente mais justos).
Vejamos…
Ficou bom, mas não se completa na intenção.
Importante também ressaltar o desejo – na verdade, o firme propósito – de alcançarmos a Paz entre os homens, entre todos os homens. Inclusive e mesmo aqueles que se fazem insensíveis aos desígnios do viver em harmonia, aos ímpios que lamentavelmente existem e aí estão com suas insanas ações negacionistas e predadoras.
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Celebremos a Paz, a Solidariedade, a Confraternização entre os Povos e as Nações.
Celebremos o Nascimento do Menino Deus como força revitalizadora do Bem Comum que nos inspira e revela o Amor em todas as formas e manifestações.
“Ah, se eu pudesse fazer flores e estrelas” – diz o alquimista cantante Ben Jor no verso de uma de suas lindas canções – e conclui, com sabedoria: “O mundo seria mais belo, o homem seria respeitado pelo homem…”
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Sigamos, pois, companheiros e irmãos de jornada!
Bom saber de você por aqui nesses quase 20 anos de cotidiano blogar.
Que 2026 nos seja promissor.
Que seja cenário de Justiça e palco das transformações sociais que tanto almejamos.
Assim Seja!
Amém!
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TRILHA SONORA
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AVISO
Dou de bom grado férias para a turma do Blog. Voltamos em janeiro. Ou a qualquer momento para uma edição extraordinária!



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