Foto: Reprodução da TV/TV Globo
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Assino e dou fé (1) ao que escreveu a jornalista Leila Cordeiro (que apresentou, por anos e anos, o Jornal da Globo, ao lado do marido Eliakim Araújo (1941/2016)) em seu Instagram sobre a sabatina do presidente Lula ao Jornal Nacional.
Separo três trechos que achei esclarecedores.
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“A entrevista de Lula à Globo trouxe muitas lembranças. Nós o conhecemos ainda líder sindical, quando morávamos em São Paulo e ele começava sua trajetória política. Desde então, suas ideias sempre estiveram ligadas à justiça social, à soberania do Brasil e às necessidades do povo mais carente.”
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“Ontem (quinta, dia 27), Lula deu uma aula de democracia, serenidade e respeito ao país. Renata e Tralli, tão assertivos com os outros candidatos, pareceram perdidos em uma entrevista visivelmente tendenciosa, mais preocupada em constrangê-lo do que em discutir questões fundamentais, como o tarifaço e as próximas negociações com Washington.”
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E não se trata de direita ou esquerda, nem de ser a favor ou contra Lula. Trata-se de reconhecer um verdadeiro presidente: alguém que coloca o Brasil e seu povo acima de qualquer interesse estrangeiro.”
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Assino e dou fé (2) ao que escreveu o humorista Paulo Vieira em suas redes sociais ao acompanhar a entrevista do candidato Flávio Bolsonaro ao mesmo JN na noite ontem (sexta, dia 28).
Separo duas das suas pertinentes considerações.
“Ao entrevistar um mentiroso, se não interromper a mentira e dizer a verdade de imediato, vira desserviço. Faltaram muitas interrupções e explicações”.
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“Por exemplo, ouvir calado o cara justificar ter recebido dinheiro sujo roubado dos aposentados com ‘pelo menos não usei Lei Rouanet’ sem fazer nenhuma ponderação é fod*”
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Me ocorre uma citação do Novo Evangelho:
“Tendo olhos, não vedes? Tendo ouvido, não escutais?
(Marcos 8:18)
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