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Gianni Carta

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De Matheus Pichonelli, da revista Carta Capital, sobre o jornalista Gianni Carta, que morreu ontem, em Paris, aos 55 anos:

“Um dia, vendo minha decepção ao ler os comentários de leitores a referendar as ideias (já então em voga) obscurantistas de um vereador que queria instituir em São Paulo um certo “Dia do Orgulho Hétero”, ele me perguntou: “por que você não escreve uma pensata sobre isso?”

Era uma sugestão pouco comum para quem, caxias como eu era, ainda andava abraçado aos manuais da impessoalidade jornalística debaixo do braço.

– Como assim pensata, Gianni? Não posso dar minha opinião. Isso me compromete.

Foi então que ele (Gianni) me ensinou que o problema não era ter opinião sobre fatos, mas como as opiniões interferem nos fatos. Que podemos ser justos e honestos com o leitor quando expomos nossas convicções e deixamos claro o que pensamos e o quanto estamos abertos a novas ideias – inclusive para mudar de opinião.”

A íntegra do artigo “Meus dias privilegiados ao lado de Gianni Carta”, AQUI!

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Foto: Divulgação
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