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Levemente poético…

Amores vãos
Amores são
Amores sãos
Amores vão.

Amores – possíveis ou improváveis – não são objetos assim tão facilmente identificáveis.

Nem o instante quando começam, nem aquele em que terminam.

Podem acontecer de um momento para o outro. Um gesto, um sorriso, um olhar e…

Podem ser construídos no dia-a-dia, de um jeito inesperado. No convívio diário, nas pequenas gentilezas, na presença imperceptível que nos faz tão bem, tão feliz.

Um dia há o start… O click, como se dizia nos antigamentes.

E tudo fica tão claro, tão nítido.

E tudo, meus caros, encanta e seduz.

II.

É verdade que o inverso também é tristemente real.

Amores terminam no célere vapt-vupt da vida.

Basta um vacilo.

Podem também acabar na solidão a dois, compartilhada das horas iguais, dos dias que se arrastam.

Um dia, descobre-se que o que era doce… Acabou-se

III.

Nem sei o porquê lhes escrevo essas linhas.

De que obscura região de mim saíram tais devaneios.

Sou – quer dizer, imagino ser – um humilde contador de causos.

Um cronista de jornal sem jornal.

Não combina comigo ficar divagando sobre o mistério do encantar-se.

Perdoem-me.

Mas, hoje, não tenho história para lhes contar…

IV.

Como descobrir o que nos move, o que nos inspira no exercício diário do blogar e do viver?

Uma notícia, uma imagem, a canção que tocou no rádio, o beijo do casal no jardim, a lua redonda e cheia no céu, o oco do mundo, o email inesperado que se recebe de alguém distante…

Como saber?

V.

Não sei se meus cinco ou seis amáveis leitores me entendem, se concordam com as bobagens que agora me ocorrem.

Sei que é o que tenho para hoje.

Sexta-feira, 1º de março, do ano da graça de 2013…

Quero mais que todos fiquem bem porque estou algo nostálgico, um tanto romântico e levemente poético:

Amores sãos
Amores vãos
Amores são
Amores vão

IV.

*(Não se impressionem, pois, como o bonde e a uva, isso passa…)

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