Há alguns anos, enquanto estava na Universidade, flagrei um professor amigo meu (mui amigo!!!), em estado de arroubos acadêmicos, a mostrar aos estudantes o que o tal e ilustre Pimpão considerava exemplos de bons e maus jornalistas.
“Na correnteza que me trouxe até aqui, tudo era previsto.”
Surpreendo-me lá pelas tantas páginas do livro O Veterano de Guerra (Gráfica Editora Ibla/1988) quando o narrador das tramas se identifica propositalmente como Ricardo Régis.
Dedico o post de hoje aos meus ex-alunos de Jornalismo; hoje, profissionais bem-sucedidos em diversas áreas da dita Comunicação Social e mesmo para aquele que ainda vagueia vida afora em outras funções nas diversas plataformas e empresas.
O livro reúne 50 crônicas publicadas na coluna Caro Leitor entre 1996 e 2003.
A obra registra um período de transição histórica marcado pela virada do século e do milênio.
O autor Rodolfo C. Martino define esse contexto como “um tempo que não viu o Brasil passar”.
Os textos abordam fatos cotidianos e acontecimentos de grande impacto.
Entre os temas estão a trajetória de Madre Paulina e o atentado de 11 de setembro.
A narrativa combina observação do dia a dia com reflexão histórica e social.
O olhar proposto é atento às transformações que moldaram o mundo contemporâneo.
O conjunto forma um painel sensível de mudanças culturais e humanas.