Sign up with your email address to be the first to know about new products, VIP offers, blog features & more.

As coisiquinhas que escrevo…

Posted on

Foto: Jô Rabelo

Reclamo comigo mesmo.

Ando numa “pregui…” que os “ami…” nem “imagi”…

Essa vaguidão, claro, reflete-se nas minhas escrevinhações.

Não. Não se trata de desfeita aos amáveis cinco ou seis leitores (se é que ainda andam por aí). Talvez – porque ando sem certeza de coisa alguma ultimamente – seja um desalinho com a arte (uia!) e o ofício da escrita no âmbito coletivo. Talvez – e repito e realço o talvez – seja só um desalento pessoal e momentâneo, coisas da idade avançada, de quem já viu (quase) tudo nessa longa e sinuosa estrada chamada “Vida de Meu Deus” e ainda se espanta com a sensação de que “o mundo gira, a Lusitana roda”, andamos, andamos – e voltamos sempre ao mesmo e obscuro lugar.

Enfim, amigos, eis-me aqui, digressões e platitudes à larga numa manhã fria de segunda-feira.

O fato é que, creio eu, os amigos Bruno e Leila já botaram reparo no meu claudicante andar diante da tarefa deste meu voluntário cotidiano blogar. Tanto botaram reparo que, por conta e risco de animar-me um bocadim, ambos me encaminharam, em dias diversos propostas de participação em diversos concursos literários que estão com inscrições abertas para autores de língua portuguesa (não sei se combinaram, hein!, de bons amigos, tudo se espera).

Sim, de língua portuguesa. Dois deles são promovidos por renomadas editoras de Lisboa.

Interessantes, as iniciativas.

As inscrições – assim como a entrega do Imposto de Renda – têm prazo até 31 de maio.

Bruno e Leila, carinhosos que só, sugerem que o molambo escrevinhador aqui concorra nas categorias de “Contos” ou de “Crônicas”. Ou ainda nas duas, se estiver mais inspirados.

O que os amigos leitores acham?

Pode ser uma boa.

Se bem que, na boa mesmo, não sei se levo jeito para a coisa toda tão formal, tão protocolar e cerimoniosa.

Tenho plena ciência que as coisiquinhas que espalho na tela em branco não vão além da linha do horizonte. Não se dispõe – nem pretendem – mudar o mundo, menos ainda desvendar mistérios e artimanhas dos grandes embates interplanetários. Não trazem em seu bojo o lastro que se espera em festivais literários como os tais e os quais anunciados.

Escrevo – e escrevo por hábito e gosto.

Atualmente assim o faço mais para esclarecer para mim mesmo o que penso e o que devo deixar de pensar. Até porque na fase atual ando com meu HD pessoal cheio – e, para ser bem sincero, na contramão da cacofonia de informações e contrainformações que, em forma de devastador tsunami, nos inundam diariamente. Queiramos ou não.

Também é um jeito meu de dar “bom dia” e “boa jornada” aos amigos e queridos que andam sumidos e distantes. Assim como a Dona Rosa daquela ciranda dos tempos de criança, é meu jeito de estar “dentro da roda”. Tento, por aqui, quase todos os dias, dizer “um verso bem bonito”. Troco “o adeus” por um “olá” e vou-me embora…

Única diferença é que amanhã eu volto e sigo com o tema. Inté…

TRILHA SONORA

Eu, que já andei pelos quatro cantos do mundo procurando
Foi justamente num sonho que Raul me falou…

1 Response
  • Fefeu
    11, maio, 2026

    Olá Rodolfo, concordo com Bruno e Leila. E vamos de contos e crônicas… em frente Rodolfo….

O que você acha?

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Verified by ExactMetrics