Eis a praça da matriz de São José de Barreiro, no fundão do Vale do Paraíba, São Paulo, quase na divisa do nosso estado com Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Vamos começar do começo, como dizia o Irmão Fidélis em todo o início de aula nos meus tempos de ginásio no Glória.
Devo, quero, preciso agradecer a todas as carinhosas manifestações de felicitações pelo pré-lançamento do meu sétimo livro impresso e primeiro romance O Que o Tempo Leva…
Escrevi essa história em 98/99 num ensolarado janeiro em São José do Barreiro, cidade acolhedora, aos pés da Serra da Bocaina, no Vale do Paraíba em São Paulo.
Um ator (em crise na virada dos 60) e um filósofo de araque (pois ganhou esse apelido por colecionar provérbios e frases de efeito) conversam sobre musas, presepadas e amores que viveram numa viagem/fuga pelos sinuosos caminhos da Serra da Bocaina,
O livro reúne 50 crônicas publicadas na coluna Caro Leitor entre 1996 e 2003.
A obra registra um período de transição histórica marcado pela virada do século e do milênio.
O autor Rodolfo C. Martino define esse contexto como “um tempo que não viu o Brasil passar”.
Os textos abordam fatos cotidianos e acontecimentos de grande impacto.
Entre os temas estão a trajetória de Madre Paulina e o atentado de 11 de setembro.
A narrativa combina observação do dia a dia com reflexão histórica e social.
O olhar proposto é atento às transformações que moldaram o mundo contemporâneo.
O conjunto forma um painel sensível de mudanças culturais e humanas.