Uma conversa com os amigos Paulo Ferreira e Marcelo na manhã de hoje trouxe à tona recordações de tempos idos (meados dos anos 60) quando a TV Record era líder absoluta de audiência.
Ser ou não ser (cronista)…
Não sei como, onde e por que me entendi cronista, a partir de determinado momento de minha passagem pelas redações.
Não sei também se posso me considerar ‘cronista-cronista’.
Acho que esta condição ganha consistência quando começo a blogar (diariamente) em setembro de 2006.
Ser ou não ser… cronista! (4)
Encerro a série de posts sobre crônicas e cronistas, iniciada na sexta neste modesto espaço, respondo a questões que me foram feitas sobre o tema:
01- Crônica: jornalismo ou literatura?
Ser ou não ser…cronista! (3)
Não sei foi (e ainda é) a conversa que tivemos nesses dois últimos posts. Sobre crônicas e cronistas.
Sei que acordei, de madrugada, pensando na frase do saudoso Zé Jofre naqueles idos de 70 quando cheguei à redação de piso assoalhado e grandes janelões para a rua Bom Pastor.
Ser ou não ser… cronista! (2)
Continuemos, pois, o papo de ontem…
Como dizia, nem tudo tem – ou precisa ter – explicação nos dias de hoje.
Vão para ad cucuias, na internet,
Ser ou não ser… cronista!
Não sei como, onde e por que me entendi cronista, a partir de determinado momento de minha passagem pelas redações.
Não sei também se posso me considerar ‘cronista-cronista’.
Acho que esta condição ganha consistência quando começo a blogar (diariamente) em setembro de 2006.
Getúlio
Sessenta anos do suicídio de Getúlio Vargas em agosto – e lá vem os estudantes de jornalismo, microfone em punho, para me entrevistar sobre os fatos e os políticos da época e a repercussão para a história contemporânea do Brasil.
Sinatra e Ava Gardner nas redes sociais
E tem aquela história de que a vida de Frank Sinatra seria um suplício ainda maior, se houvesse as tais redes sociais, no tempo em que a belíssima Ava Gardner o deixou.
O ritual
Era uma cena que víamos à distância.
Os escolhidos pelo irmão Demétrius formavam o Vasquinho (a seleção do colégio, o irmão era vascaíno). Jogávamos nas manhãs de domingo, após a missa das oito (era obrigatório a participação) e treinávamos às quartas e sextas após as aulas,
No sebo perto de casa…
Aproveito a manha ensolarada para saber das novidades de um sebo perto de casa.
Há tempos não o visitava.
Não é um desses estabelecimentos grandiosos, mas por vezes são nesses pequenos locais que se faz a grande descoberta.
