Gostava muito de ouvir as ‘tiradas’ do Nasci.
Era um cara de soluções inteligentes por mais complicadas que fossem as situações, tidas e havidas. Tornou-se um hábito nosso – os então mais jovens e menos brilhantes —
Jornalista
Jornalista
Gostava muito de ouvir as ‘tiradas’ do Nasci.
Era um cara de soluções inteligentes por mais complicadas que fossem as situações, tidas e havidas. Tornou-se um hábito nosso – os então mais jovens e menos brilhantes —
Aí vem uma nova formatura.
Não é fácil, não, companheiro.
Vestirei a beca e serei o segundo a falar na cerimônia, logo após o hino nacional.
É um momento e tanto para este coração alquebrado que insiste em sonhar e bater.
Retomo à conversa de ontem para fazer esclarecimentos importantes.
Aproveitei que hoje pela manhã minha Tia Odete visitou a dona Yolanda, minha mãe, para lembra-las da história que ontem postei sobre o fim do mundo,
Duas lendas que ouvia pelas ruas do Cambuci. Diria que merecem crédito relativo à imaginação de cada um dos nobres leitores. Também à credibilidade das lembranças do menino que fui e do cronista inofensivo e sonhador que ainda sou…
A propósito do texto de ontem, não consegui lembrar o nome da rua em que Volpi morava. Mas, era no bairro do Cambuci. Nos arredores da igreja de Santa Anna e São Joaquim.
Tenho um programa de controle de visitas ao blog que me permite visualizar quais são as palavras chaves mais procuradas pelos internautas até que alcancem o supremo martírio de ler as bobagens que eu escrevo,
Cá estamos com outro post nada olímpico.
Vale o esclarecimento do que ontem aqui escrevi antes que me entendam mal.
Não sou o primeiro – e provavelmente não serei o único e o último – a franzir o cenho a um determinado momento olímpico.
Um suspeita.
As pessoas visitam nosso blog sistematicamente porque gostam das bobagens que aqui escrevo.
Concordam?
Outra suspeita.
Se aqui estão diariamente é porque de alguma forma – para o bem ou para mal – são bem parecidas comigo.
Muitas vezes me perguntaram quando escrevi o meu primeiro poema, quando nasceu em mim a poesia.
Tratarei de lembrar.
Muito longe na minha infância e tendo apenas aprendido a escrever,
Meus amigos e, principalmente, meus inimigos…
Vou lhes dizer com todas as letras.
Desde priscas eras, eu "tucanei" em termos de bossa-nova.
Não seria agora – aos 57 anos de idade,