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Malacabado

O Jairo é meu amigo – e ponto e basta.

Ele acaba de lançar um livro. Um livro bom de ler.

Não é por que o rapaz é meu amigo que o livro é bom.

O livro é bom de ler porque o Jairo Marques é um proseador de primeira. Um divertido contador de causos e histórias.

Dá para entender?

Gosto de ler a coluna do Jairo na Folha de S.Paulo.

É um cronista de primeira, à moda antiga, que pega o leitor num conversê que é uma gostosura.

Quase sempre ele mesmo é protagonista das linhas que escreve. Ele e suas aventuras e desventuras de cadeirante diante dos desafios da inclusão na vida cotidiana. Desafios que, ressalte-se, o Jairo tira de letra, com raro bom humor e personalidade.

Certa vez, entrevistei Raul Seixas (já contei essa história aqui) e, lá pelo fim da entrevista, o roqueiro sapecou a máxima:

“O importante é deixar a nossa impressão digital no mundo”.

O Jairão tem um estilo todo seu. De viver e de contar os causos do cotidiano.

Falei, falei e ainda não disse o nome do livro (que foi lançado em concorrida noite de autógrafos na Livraria Martins Fontes, no início de julho. Fiquei umas duas horas na fila para pegar o chamegão do cara. Amigo famoso é assim.).

Chama-se: “Malacabado – A história de um jornalista sobre rodas”, editado pela Três Estrelas e com apresentação da repórter Eliane Brum.

Na contracapa, há um texto que bem resume a obra – a primeira de muitas:

“Partindo de sua própria experiência, o autor constrói um relato franco e irreverente das pessoas com deficiência. Este é um livro que inspira e emociona”.

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