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Sobre Neymar…

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Falam do Neymar.

Vixê…

Como falam do moleque!!!

(…)

Falam do cabelo.

Da namorada.

Das tatuagens.

Do uso que faz das redes sociais.

Do jeito marrento.

Da soberba.

Da arrogância.

(…)

Falam que dribla demais.

Que não solta a bola antes de uma jogada de efeito.

Que é ‘fominha’.

Que cai demais em campo.

Que provoca os pontapés que recebe dos adversários.

Os agarrões.

Os safanões.

Os chega prá lá…

(…)

Falam do Neymar… Porque a seleção, que era do Tite e agora parece ser só do Neymar, empatou com a Suiça na primeira partida do Mundial.

Culpam desesperadamente Neymar por isso.

É a temática das infindáveis mesas redondas que dominam a TV brasileira nesses tempos de Mundial de Futebol e se propaga na conversa do bar – e agora também nas benditas redes sociais.

Ontem o PVC, o Edmundo e outros perderam o senso e se alteraram durante uma edição do ‘Expediente’, da Fox.

Foi constrangedor.

Enfim…

(…)

Porque faço este post e também falo do Neymar?

Porque penso muito próximo ao que defende o PVC.

O problema da seleção não é o Neymar.

Ao contrário – e agora eu tomo o rumo da argumentação.

Se o garoto estiver bem, a seleção ganha com isso.

Só que – o pessoal está esquecendo – ele ficou três meses sem tocar na bola. Vem de uma cirurgia chatíssima no pé. Ainda está fora de ritmo e, vamos ser sincero, o craque nunca jogou diferente. É driblador nato, um fantasista.

Não sabe jogar diferente.

Precisa estar a plenos pulmões.

Que bom que não saiba ser diferente!

Tem que jogar e fazer o que sempre fez.

Foi assim que se tornou um dos melhores do mundo.

E é assim que pode facilitar o caminho do hexa para a nossa seleção.

(…)

Se perdermos, meus caros, como já aconteceu de vezes e vezes anteriores, não será o fim do Neymar, o fim do mundo. Menos ainda o fim de nossas vãs ilusões em dias melhores…

Segura a Matilde aí, gente!

E deixe o menino brincar…

*Notas de Esclarecimento:

1 – Não sou um neymarista convicto. Na minha seleção de todos os tempos, o ataque seria Garrincha, Didi, Altafini Mazzola, Pelé e Canhoteiro.

2 – Matilde era uma senhora fuxiqueira das brabas nos meus tempos de menino no Cambuci. A mulher causava. Por isso, quando começava um bate-boca qualquer, sem razão ou motivo, alguém sempre fazia o alerta: “Segura a Matilde aí, gente!”.

*(foto: lucas figueiredo/cbf)
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