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Aquela ilha…

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Fim da dinastia dos irmãos Castro em Cuba?

Sim e não, rapaziada!

Para a alegria de uns e o boicote de outros, o novo presidente Miguel Díaz-Canel, de 58 anos, faz parte do Partido Comunista de Cuba desde 1993 e já se pronunciou como um defensor do legado da Revolução “em um momento histórico e crucial”. O senhor da foto aposta no “avanço e atualização do modelo econômico e social do país”, pero sin perder jamás la ternura.

Em vista deste contexto e para não escrever mais do mesmo, recorto, colo e replico hoje trecho do texto que escrevi em julho de 2016.

Aquele lugar é incrível, e aspas para mim mesmo.

(…)

Não esqueço mesmo são os encantos da Ilha, a receptividade de sua gente, a música envolvente, a devoção que lá cultivam pelas artes e, sobretudo, o orgulho de serem cubanos.

Sou apaixonado por Cuba, digam o que disserem.

Temos muito que aprender com aquele povo valoroso e simpático.

II.

Não estou a defender regimes, tiranos ou tipos que o valham.

Falo do homem comum que não se curvou aos ditames do capitalismo ou das trágicas sanções que lhe impuseram.

Os cubanos têm consciência de que a Revolução fracassou – os motivos foram os mais complexos e distintos.

Mas, não se lamentam, nem perdem a esperança.

Sabem que combateram o bom (e necessário) combate – e ainda lutam, mais com sonhos e determinação, do que com armas.

Acreditam no amanhã solidário – coisa que muito povinho por esses lados dos trópicos ainda duvida que seja o caminho, o único caminho.

III.

Gostava de ouvi-los contar as histórias – algumas tristes, outras heroicas – que enfrentaram para oferecer a todo e qualquer cubano o direito inalienável de ser um IGUAL. Com acesso a saúde, moradia, educação…

Não sei a quantas anda a cabeça daquele gente simpática após a aproximação de Barack Obama e Raul Castro (e agora com o truculento Trump e Miguel, como comandante em chefe). Mas torço por eles e por nós – temos tantas coisas em comum.

Os ventos da mudança sopram enfim para que o mundo reconheça Cuba e Cuba se abra para o mundo.

É mais do que justo, e necessário.

*(foto: irene pérez/cubadebate)

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