A pauta da palestra era a seguinte:
01. Apresentação
02. Abrangência da temática (colunismo) – cada coluna tem luz própria, gerada a partir das informações e experiências vividas pelo autor.
Jornalista
Jornalista
A pauta da palestra era a seguinte:
01. Apresentação
02. Abrangência da temática (colunismo) – cada coluna tem luz própria, gerada a partir das informações e experiências vividas pelo autor.
Feriadão tem dessas.
Quem não viaja escapa do congestionamento. Mas, se bobear, se vê enredado na síndrome da arrumação – inexplicável compulsão que me fez xeretar em cantos de gavetas esquecidos e forrados de recortes de jornais e anotações guardados para futuras leituras e consultas.
Passei esses dias envolvido com a finalização de um texto sobre a vida do empresário Katsumi Hirota, um dos pioneiros da imigração japonesa no Brasil. Trata-se de um livro que pretendemos – eu e o idealizador,
Ainda sobre o post de ontem, permito-me algumas observações.
Raul Seixas não participou do festival Abertura, em 75, porque já era um sucesso absoluto naquele ano. Depois da aparição no FIC de 72,
Atendo à solicitação da ex-aluna Greice que, por algum motivo, precisa saber sobre os festivais de música brasileira que ocorreram nos anos 70.
Bom quando os antigos estudantes de jornalismo lembram da gente;
Só me dei conta de que o outono havia chegado quando, semanas atrás, olhei pela janela e não vi o caminho que corta o extenso gramado, repleto de árvores, em frente ao prédio onde trabalho.
O amigo Tião das Marmitas* o chamava – acreditem! – de fanho.
Carlos Imperial, doublé de produtor musical e compositor da época, o chamava de Elvis tupiniquim.
Meu pai,
Era a primeira vez que o garoto Tchinim ia a um estádio de futebol.
Jogavam Palmeiras e XV de Piracicaba.
O Parque Antártica, em sua primeira versão,
Como ontem lhes contava…
Foi um furdúncio.
Alamedas, jardins e até o espaço reswervado para a encenação foi tomado pelo público em delírio.
O sistema de som bem que tentou por ordem na coisa toda – mas,
Morei um bom tempo no Ipiranga.
Trabalhei no jornal local outro tanto.
Ano passado, fui orientador de um livrorreportagem sobre o histórico bairro.
Chamou-se “Ipiranga – Histórias de um bairro que virou metrópole”.