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Os doze tůins...
30/04/2008
 

Estava em Veneza. Na PraÁa S„o Marcos.

Foi quando me ocorreu de subir na torre da igreja, o cart„o postal de um belŪssimo cenŠrio. Atť aŪ nada de anormal. Qualquer turista que chega ŗ praÁa logo entra na fila para conhecer o tal monumento por dentro e ter uma vis„o inesquecŪvel de uma cidade inesquecŪvel.

Eu e minha trupe andŠvamos por aqueles becos e ruelas, serpenteados pelas Šguas de canais, hŠ dois ou trÍs dias. Fazia um frio considerŠvel, posto que era inverno. O que dava ao lugar alguns pontos positivos, segundo me disse o garÁom de um cafť local. Primeiro porque hŠ todo aquele charme dos casacos e agasalhos, o estilo europeu que n„o se encontra por aqui, nem indo a Campos de Jord„o em julho. Segundo, porque os vinhos tintos e os conhaques se tornam mais apropriados -- e aveludados - ŗ degustaÁ„o. Ninguťm fica com ares de breacos, a n„o ser que ďexagere exageradamenteĒ na dose. E aŪ, um cuidado maior no tranÁa pernas habitual dos bebuns, pois as Šguas dos ditos canais podem ser o limite nada, nada recomendŠvel. AliŠs, ť exatamente esta a origem do terceiro quesito favorŠvel Ė e impensŠvel a princŪpio, sempre que comenta sobre o fascŪnio de Veneza. Disse-me o distinto garÁom (quase que o chamo de maitre, sů para n„o repetir a palavra garÁom, que bobagem!) que os dias frios e de sol raro livram o turista de um insuportŠvel mau cheiro que exala precisamente dos canais.

Que coisa deselegante estou a dizer!

Compreenda-se que repito o que ouvi do moÁo (que agora nem acho mais t„o distinto), mas n„o sei se precisava incluir numa crŰnica que se anunciava, a princŪpio, t„o poťtica...

Enfim, voltemos ŗ torre...

LŠ em cima, vislumbrei uma paisagem magnŪfica. Fiquei embevecido e agradeci aos Cťus por tamanho privilťgio. Para um garoto do Cambuci, neto de italianos, entenda-se: n„o foi uma trajetůria t„o simples estar ali e hŠ aquele coraÁ„o mole, natural dos oriundis, mesmo que seja de terceira geraÁ„o como eu.

Os Cťus, os anjos ou Alguťm de prestŪgio lŠ em cima parece ter ouvido os meus ais de encantamento. E quis coroar momento t„o singular, e ķnico. Uma chuva de badaladas rompeu forte naquele preciso instante.

T”IM... T”IM... T”IM...

Ao todo, foram doze ďtůinsĒ ensurdecedores.

Estava em baixo dos enormes sinos da secular igreja, meus queridos. Era meio-dia -- e o sacrist„o, o sineiro, o pŠroco da aldeia ou coisa que o valha sů cumpriu sua obrigaÁ„o ao bimbalhar ferozmente o carrilh„o.

Momento ķnico, pois sim...

SaŪ de lŠ tontinho de tudo Ė mais do que habitualmente sou --, com um T”IM intermitente em um dos ouvidos, mas com lŠgrimas nos olhos.

Acreditem. ņs vezes, sou t„o sentimental...

 
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