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30/11/2006
 

Um texto maluco
que jorrou, sem que me desse
conta. Como se falasse
a alguťm ou a todos -- na verdade,
quase uma personagem em
cena. N„o entendo. Talvez
tente explicar o blog.
Talvez queira melhorar a vida.
Quem sabe, simplesmente
que eu me entenda melhor...

Perdi a capacidade de ser
um jornalista do factual.
O que ť 'apenas' me inspira.
Mas, me remete a tantos
lugares, pessoas, vidas.
Sei lŠ...

II.

… bom ver vocÍ aqui.
Chega com um certo ar
de desamparo, outro tanto
de tristeza. Mas, sempre ť
encantadoramente vocÍ
a enluarar este canto de mundo,
este naco de tela...

Lembra a luz do neon
que encima um hotel antigo
que visualizo aqui da minha janela,
a esta hora da madrugada.

Parece dar vida - nova vida -
ao velho prťdio descorado.
Parece passar o recado:
a manh„ n„o tarda a chegar.

III.

Fico ent„o com a preciosa nostalgia
do que poderia ser e n„o foi.
Mas que, de alguma forma,
misteriosa e inexplicŠvel, queiramos ou n„o,
ť... e, medo, sempre serŠ.

RecomeÁar ť renascer...

Com as manhas e as manh„s.
RecomeÁar n„o ť t„o simples assim,
especialmente quando lidamos
com uma 'forÁa estranha',
que poeta t„o bem entoou
e mexe com o passado,
o presente e o irrevogŠvel futuro...

IV.

Mais enigmŠtico ainda quando
estamos frente a frente com o sonho
sonhado e vem aquela inexorŠvel dķvida.
SerŠ que ť isso mesmo? SerŠ que ť possŪvel?
SerŠ que sou aquilo que verdadeiramente
gostaria de ser? Estar com
quem se quer ŗ hora que bem
entendemos e descobrir
a verdade, essÍncia do cosmo. Da vida...

V.

Pois ť...
Sombra e luz...
… preciso que um dia se vŠ
para que outro amanheÁa...

A vida como uma breve chama.
Basta um sopro, um desligar...
Um desplugar...

E resta o que se foi.

Imprima-se o passado:
manchetes garrafais, tempos idos.
Futuro e presente desaparecem...

VI.

Um corpo que cai... Assim,
em plena arena iluminada...
Lembra, aquele jogador de futebol?

Era uma noite como outra qualquer.
Apenas um jogo que logo terminaria
como todos terminaram que...


De repente, tudo escurece.
Um respirar profundo, intenso...
o vazio, o nada.

Breves segundos, afliÁűes.
Tudo em v„o...

(Aconteceu de novo, neste
fim-de-semana, num campinho
mambembe do interior.)

VII.

E aŪ entramos nůs, jornalistas.
Para transformar o tudo/nada
em notŪcia, procurar culpados,
tentar explicar o inexplicŠvel...

Assim...

Chamar o mundo de volta ŗ realidade.
O show tem de continuar.

VIII.

Pois vou lhe revelar:
n„o sei como cheguei aqui.
De onde veio a coisa de ser jornalista.
Em ķltima anŠlise, ser quem sou,
em que me transformei
e agora proclamo em alta voz...

Tento entender, desisto - ops, outra vez...

Assim como n„o atino
como vocÍ se faz
t„o verdade. Mitifico?

IX.

Insisto: deveria concordar com o n„o.
Onde a vida ť mais confortŠvel, simples...
Onde o sol bate e se inclina...
Onde desaparece o sonhar...

Ent„o, por que agora escrevo?
E lhe escrevo? E tento e quero e gostaria
muito de lhe dizer, como numa
tarde que se perdeu.

… simples, menina:
VocÍ n„o nasceu pra ser triste.

 
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