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Eterno recomeÁar
24/12/2014
 

Penso que a vida de cada um (e de todos) ť feita de fases, ciclos, etapas Ė palavras que ensejam o desafio do nosso eterno recomeÁar.

ďReinventar-seĒ Ė eis o termo que mais ouvi neste ano atribulado de 2014.

(Por favor, n„o me venham com a gracinha de lembrar o 7 a 1, gol da Alemanha, que paro jŠ de escrever e sů volto em 2015.)

Identifico nas comemoraÁűes do Natal um tanto dessas indelťveis mudanÁas. De hŠ muito, as reverÍncias ao nascimento do Menino Deus deixaram de ser apenas Ė e t„o somente Ė uma festa religiosa. Embora seja intrŪnseca a proposta de unir e harmonizar as pessoas, o mundo...

Ao longo da vida, porťm, tais comemoraÁűes ganham contornos e ĎdefiniÁűesí diversas que se assemelham na forma, mas diferem no conteķdo.

II.

Quando crianÁa, hŠ um encantamento natural que se pronuncia com a chegada do mÍs de dezembro e tÍm seu Špice na na noite de 24 para 25 de dezembro. As casas enfeitadas, as luzes na cidade, os presentes, a chegada do Bom Velhinho, as histůrias que nos contam, o presťpio.. tudo nos sugere o lķdico, o magnŪfico, como se a vida fosse a admirŠvel realizaÁ„o de um lindo sonho.

Para os jovens, esse trelelÍ de magia e sobrenatural dŠ lugar para o aqui e o agora. Valem mesmo as comemoraÁűes, o encontro com os amigos (e mesmo com os n„o t„o amigos assim), as festas, o alargar dos horizontes, a divers„o incontida e a certeza de que dias melhores (ou minimamente iguais a esses) vir„o...

A juventude ť naturalmente a morada da esperanÁa.

III.

Na fase adulta, a meta ť n„o deixar a peteca cair. Temos de manter o pique e n„o decepcionar a expectativa das pessoas que nos rodeiam. Por consequÍncia n„o podemos decepcionar a nůs mesmos. Somos mais um instrumento da alegria alheia; dos filhos, especialmente. Dos amigos, dos parentes, do nosso grupo social.

O Natal tem um quÍ de compromisso: ser feliz ao lado de quem se ama e de quem nos sentimos průximos. … legal tambťm, mas aqui jŠ se tem a noÁ„o de que s„o momentos fugazes, sem a perenidade de tempos idos, tidos e havidos.

Sempre lembro o verso de uma canÁ„o dos anos 80, de Kleyton e Kledir:

ďSer feliz ť tudo o que se querĒ.

IV.

Essa felicidade compartilhada, entendo, ganha contornos mais plenos ao embicarmos na curva dos sessenta. A festa n„o ť mais nossa, mas, inclusive e tambťm.

A festa ť de todos.

E aŪ nos alegramos com a alegria da crianÁa,

com a euforia da rapaziada,

com a plenitude do adulto...

Mas, lŠ no coraÁ„o do coraÁ„o, olhamos toda essa manifestaÁ„o de jķbilo e paz pelas lentes da imensurŠvel saudade das pessoas que se foram Ė e que, um dia, viveram, com a gente, os mesmos momentos, os mesmos quereres.

Elas se fazem lembranÁas presentes. Renascem em serenas partŪculas de luz e, como um novo milagre do Menino Deus, esquecemos que somos finitos e voltamos a acreditar.

Feliz Natal a todos...

 
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