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Sobre escrever e sonhar
30/11/2007
 

Uma internauta me pergunta sobre
escrever dia sim e outro tambťm.
Aproveito para lhe responder e postar.

Minha cara, nunca estaremos
inteiramente seguros sobre nossos textos
e nossos. Mas, vamos sempre escrevÍ-los
e sonhŠ-los. … a parte que nos cabe
neste latifķndio chamado Terra.

Na verdade, ť vital para quem se achega.
N„o dŪria um "vŪcio", pois hŠ na palavra
um tom negativo e condenŠvel.
Diria que se torna um hŠbito.

Momento ķnico do dia.
De entrega e de sonho...

Sonhar tambťm ť vital a mim,
a vocÍ, a todos nůs. AliŠs, n„o
faz muito que descobri a enigmŠtica
transcendÍncia do sonhar.

Diga-se, uma verdade que sempre
esteve em nůs. … o que mais fazemos
quando crianÁa e damos trato ŗ nossa
imaginaÁ„o. Somos guerreiros, herůis,
craques de futebol, piloto de caÁa etc em
um vida repleta de ventura e aventura.

Basta crescer um pouquinho, enfrentar
as primeiras vicissitudes da vida
para covardemente esquecermos dos
nossos sonhos e, conseqŁentemente,
de nůs mesmos - n„o ť assim?

Numa fase da minha vida,
reconheÁo, esqueci completamente
deste elo mŠgico que nos propűe
desafios e conquistas -- e nos livra
da pasmaceira dos dias iguais.

Vivia - e ponto.

Lembro que certa vez respondi
a um amigo que era especialista em
telenovela, o amigo Ismael Fernandes,
que n„o eu era noveleiro por um motivo
simples. Achava que as pessoas deveriam
viver, elas průprias, uma grande histůria.
A histůria de suas vidas...

Havia um tanto de blague na
afirmaÁ„o. Outro tanto era para
provocar uma discuss„o besta com
o amigo Ė mas, faz algum sentido.

Quando passamos a compensar
o encantamento que falta em nossas
vidas com as emoÁűes do průximo
capŪtulo, repetimos o estigma da Carolina,
aquela da canÁ„o do Chico:

"O tempo passou na janela
e sů Carolina n„o viu."

A mecanizaÁ„o do dia-a-dia,
os compromissos, as obrigaÁűes.
A lida diŠria, muitas vezes, entorpece
e nem nos damos conta do tempo
a escapar pelo v„o dos dedos...

Me perdoem o lugar comum, mas
adoro essa imagem do tempo que
se esvai, sem que nada possamos
fazer para recuperŠ-lo...

Lembro tambťm que, em outra ocasi„o,
li uma entrevista do jornalista e escritor
Carlos Heitor Cony em que ele explicava
porque ficou vinte e tanto anos
longe da literatura - e nem percebeu.

Ele disse que vivera um grande
romance, por isso n„o teve tempo
para escrever um...

Cousa, lousa e maripo(u)sa.
Andei daqui e dali, sů para lhe dizer
que me ť fundamental o escrever,
nesta altura da minha vida. Sem hora,
nem patr„o. Sem pauta, nem pretens„o.

Apenas para ter vocÍ e outros cinco
ou seis leitores aŪ do outro lado e aqui,
neste bate-papo virtual,
que se reveste de amizade.

Parece o reviver daqueles singelos
tempos em que os vizinhos punham
as cadeiras na calÁadas e conversavam
sobre tudo e sobre todos atť fraquejar
a luz dos lampiűes de gŠs que iluminavam(?)
ruas e becos. Pode parecer saudosismo
-- e ť! -- ou mesmo um jeito provinciano
de ser e estar. Mas era t„o bom.
T„o pleno de vida e sonhos.

Sonhos que acreditŠvamos um dia
se tornariam realidade...

N„o sei se vocÍ, caro leitor, se deu
conta. Mas, chegamos a dezembro,
tempo de escrever e sonhar
a mais linda das histůrias:
o nascimento do Deus Menino.

 
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