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InterseÁ„o
30/06/2009
 

Tinham muito o que dizer um ao outro. Adoravam se encontrar. HŠ tempos haviam rompido o limite do ďapenas bons amigosĒ. Mesmo que nada houvesse acontecido, jŠ se entendiam, no mŪnimo, como cķmplices.

Estavam naquela Šrea de interseÁ„o entre o possŪvel e o desejŠvel.

Queriam muito, mas hesitavam em dar o primeiro passo.

E assim se passaram os dias, lenta e soberanamente, como sů e acontecer com os passar dos dias.

A seduÁ„o se contrapŰs ŗs emoÁűes controladas.

E o que era inquietaÁ„o e descoberta passou a ser rotina, hŠbito.

Chato, nť?

Mas, era assim que eles se imaginavam seguros.

Debochavam dos comentŠrios que ouviam que davam o namoro como certo Ė e o casamento, mais do que previsŪvel.

IncrŪvel, assim ť que se sentiam felizes, plenos. Mesmo brincando de ser o que n„o eram Ė e nunca seriam.

Nas voltas das voltas que o mundo dŠ, eis que o inevitŠvel acontece.

Tem nome. Chama-se Ricard„o que, sem mesuras e sem mais porťm, dŠ um tombo na moÁa.

O nosso amigo Ė aquele de tantas e tamanhas cortesias e delicadezas, o tal da conversa Ė estranha que ela n„o ligou para lhe dar o habitual ďboa noiteĒ.

Elazinha sů vai dar conta do ďfuroĒ na manh„ seguinte.

Lamentou, mas n„o deu grande import‚ncia.

Tambťm, pudera, era uma nova mulher.

Foi o que disse ao se olhar no espelho; cabelo em desalinho e olhos de ressaca pela noite mal/bem dormida.

Aprendeu que a vida acontece.

Estar vivo ť o que basta.

Alťm do que, o bom amigo era apenas isso: um velho e bom amigo.


FOTO NO BLOG: JŰ Rabelo

 
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