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Bloco de anotaÁűes - A tal histůria
29/02/2008
 

Desde a mais tenra idade, ouÁo dizer que existem.

Acho que foram meus průprios pais quem delas me falaram pela primeira vez. Ou terŠ sido minhas irm„s, Švidas por encher de fantasia a cabeÁa do irm„o caÁula?

Enfim...



Eram tantas e tamanhas as tais proezas que, posso lhes dizer agora, houve um tempo que preferia nem ouvir falar das mesmas.

Verdade.

Suas representaÁűes em livros e enciclopťdias ilustradas lanÁavam mais temores do que, a mim, esclareciam.

Cresci Ė e acabei me esquecendo do mito e dos medos.

N„o me recordo se cheguei a vÍ-las, ao vivo e em cores, em algum zoolůgico da vida.

Certamente, se as vi, n„o me causaram tanto impacto como agora aconteceu.

Fiquei assim estarrecido. E disse para mim mesmo:

-- Ah! … daŪ que vem a tal histůria, ent„o. Faz sentido. Faz sentido...

Me desculpem o delŪrio.

Estou aqui a tergiversar com o teclado e a tela Ė e mal lhes informei de quem estou falando. Devem mesmo me achar um tant„. N„o lhes tiro a raz„o.

Falo das cegonhas. Pois ť, delas mesmo.

Em penas, bicos, carnes, ossos, pernas longas Ė e ninhos que, aliŠs, s„o enormes e est„o lŠ nos pontos mais altos, junto ŗs cķpulas e as torres das catedrais e castelos da Espanha.

A cena era comum em pelo menos quatro cidades que visitei: Segůvia, Ńvila, Salamanca e Valladolid.

Ao que pude observar, as cegonhas tÍm uma predileÁ„o especial por igrejas.

O fato talvez reforce a lenda de que s„o as responsŠveis pela chegada das crianÁas ao mundo. Na verdade, nem sei se os pais ainda usam esse folclore para explicar o inexplicŠvel. No entanto, ao vÍ-las, em pares, a supervisionar o ninho que parece um cesto de palha, com bojo arredondado --, reforÁa-se o conceito de famŪlia e dŠ mesmo para acreditar que s„o as mensageiras do futuro.

Os turistas se encantam com a cena. DŠ-lhe flashs e fotos. A fÍmea mais průxima ao ninho e o macho, em alerta, n„o distante dali. LŠ no alto. ņs vezes, se pűe a desafiar o vento e os rigores do inverno e equilibra-se em uma sů perna na ponta mais fina "agulha" da torre que se projeta para o cťu. Vigia, intrťpido que ť, a tranqŁilidade do lar doce lar.

Repito. DŠ atť para acreditar: s„o os primeiro seres terrestres a nos levar no bico.

Depois, vale reconhecer, crianÁas ou n„o, vida afora nos acostumaremos com a sina...

 
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