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Namorido (4)
30/01/2011
 

Atť que, em determinado momento, Raul pediu a palavra.

Anunciou: gostaria que todos fossem testemunha da grandiosidade do seu amor.

Logo apareceu uma caixa enorme em sua m„o.

Era o misterioso presente Ė e, jurou, a surpresa ele comunicaria depois.

O coraÁ„o da moÁa disparou.

Ela anteviu a cena.

O malandrinho colocara uma caixa dentro da outra. Ela abriria uma a uma atť chegar ao pequeno invůlucro que abrigaria o belo anel de noivado.

Sů depois, ent„o, ele faria o pedido formal.

N„o era original a brincadeira.

Mas, pensou, tudo vale ŗ pena quando a alma n„o ť pequena.


HŠ quem diga que Caműes proibiria o uso de seus versos Ė mesmo no v„o pensamento da moÁa Ė se lhe fosse dado assistir ŗ cena seguinte.

Bastou que ela desfizesse o primeiro pacote Ė e eis que surgiu uma caixa enorme.

Dentro dela, reluzia a tal panela de fondue.

-- O que ť isso? Ė bradou indignada nossa heroŪna.

E Raulzinho todo-todo.

-- … o que vocÍ mais queria. Lembra aquela tarde no shopping?

-- N„o acredito! Ė bufou a moÁa.

E Raulzinho, sem noÁ„o:

-- … verdade. … toda sua, bobinha!

Antes mesmo que ela pudesse explodir toda a sua raiva, Raulzinho, sempre ele, fez o comunicado prometido:

-- Agora, gente, a MŰ vai estrear o presente e fazer um fondue delicioso. Para todos nůs...

E concluiu:

-- Fala aŪ, MŰ, pode falar. Eu n„o sou o melhor namorido do mundo?



* Nota do Blog:
Acredite se quiser. Mesmo apůs esse dia, Raul se recuperou. No ano seguinte, comemorou o aniversŠrio seguinte da MŰ em Paris Ė e hoje ele e ela vivem felizes. HŠ quem diga que ť para sempre.

 
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